As Gavetas Estão Cheias De Projetos e As Pessoas Vazias De Sentido

Aprenda o que é resiliência. Nunca é tarde para um projeto novo.

Este é o contexto que tem feito muita gente perder o interesse pela vida. Acabamos caindo na tão maçante rotina e nos adaptando com nossa própria mediocridade. O resultado? Falta de interesse em viver.

Depois de adiar muitos anos, resolvi botar em prática a minha vontade de aprender o idioma francês. Precisava entendê-lo, principalmente porque queria ler os fantásticos livros que estão na língua. A cultura da França produziu muito conhecimento, e se eu quiser ter acesso a ele, preciso romper essa barreira da linguagem.

No entanto, eu não quero ter que frequentar uma escola de idiomas. Não tenho recursos neste momento. Nem dinheiro para pagar os muitos anos que duram o curso, e nem tempo sobrando, pois a minha agenda está realmente sem muito espaço para novos compromissos.

Como sair desse empasse? Abandonar o projeto?

Não. Decidi que vou aprender autodidaticamente. No entanto, para procurar ajuda, resolvi conversar com uns amigos sobre isso.

A maioria deles disseram que sem uma tutoria eu não ia chegar muito longe. Uma hora eu ia desanimar. Afinal, aprender tudo por si só é mais complicado, outros disseram que ia aprender tudo errado ou não ia avançar tanto na aprendizagem sem alguém experiente do lado. Considerei, mas também, duvidei de tudo isso.

Eu ainda acredito que a única maneira de aprender é a que sempre funcionou: Sentar a bunda na cadeira e começar a estudar. Descobri que aprender um novo idioma tem mais a ver com a disponibilidade que você coloca em si para essa nova tarefa junto com a disciplina de investir nisso do que na figura do professor ou a escola em que fazemos aula. Além disso, a internet é uma excelente professora.

(Se você está gostando do artigo, siga-me e não perca mais nenhum)

Tudo bem, existem pessoas que precisam mesmo de um empurrãozinho nesse sentido. Não desprezo. No entanto, decidi que queria trilhar esse caminho sem auxílio de uma escola.

E como podemos começar?

A primeira coisa que descobri é que precisava do maior contato possível com o conhecimento da língua. Baixei livros e dicionário, me reeduquei a escutar músicas de Piaf, tenho feito exercícios no transporte público e cursos em aplicativos e sites. Tive que me rearranjar com o tempo.

Enfim, o que eu queria muito que soubesse com isso tudo é que existe muito conhecimento acessível a todos hoje e você não precisa esperar recursos. Não existe mais desculpas para não pôr seus projetos em prática. Deixe as gavetas livres e coloque a mão na massa.

Se você quer mudar de ramo, não perca tempo simplesmente confabulando razões para não fazer, pelo contrário, traça uma meta real que possa ser cumprida com os recursos que possui no momento. Se quiser fazer uma nova faculdade, um novo curso, um aprendizado. Quanto mais esperamos as condições ideais chegarem, mais vamos adiando esta mudança.

Quando fiz a faculdade de jornalismo, também não estava em um momento financeiro ideal, não estava na minha melhor condição mental, não tinha todas as certezas que me eram necessárias para tomar um passo, mas mesmo assim, resolvi fazer como dava. E hoje, estou aqui. Exercendo a profissão que me rende recursos.

Nossas vidas precisam de um novo desafio sempre, e se você não se ir atrás, nada mudará sua posição e estará condenado para sempre a ser que não é agente da sua história, e com isso, aos poucos a vida vida mediana te fará desistir de si.

Você quer aprender o que? Você tem o sonho de ter qual conhecimento? O tempo é seu problema? O dinheiro? Comece hoje. Agora. Com os recursos que tem. Amanhã, me agradecerá por este conselho.

Disponibilidade, disciplina e resiliência é tudo, cara.

[Se você gostou do texto, comente e me deixe saber disso]

Acompanhe mais conteúdo por aqui

Linkedin | Facebook | Instagram | Medium |  Rock Content

[LEIA O LIVRO “MAIS DO QUE RELEVANTE, SEJA IMPORTANTE PARA SUA AUDIÊNCIA ]

[INSCREVA-SE AQUI PARA RECEBER CONTEÚDOS SOBRE ESCRITA, STORYTELLING, CRIATIVIDADE]